A participação do salário e dos respectivos encargos sociais no valor do produtodepende do ramo de atividade da organização. Quanto mais automatizada a produção, menor a participação dos salários nos custos de produção. Porém, quanto maior o índice de manufatura, maior a incidência nos custos. Em qualquer dos casos, os salários sempre representam um grande volume de dinheiro que precisa ser administrado.
Fábrica de Tecidos - 55% Industria Automobilística e autopeças - 44% Estaleiros Navais - Mecânica pesada - 43% Siderúrgicas - 38% Ind. Aeronáutica e Equip. Computação - 37% Componentes eletrônicos - 36% Editoras e Gráficas - 35% Equipamentos de comunicação, Vestuário e conexos - 33% Vidros planos - 32% Maquinaria de Construção, Refrigerantes - 26% Brinquedos e Jogos Esportivos - Madeiras - 26% Equipamento Ferroviário - 24% Papel e prod conexos - 22% Concreto e argamassa - 21% Pneus e tubos de borracha - 20% Cimento e Confecções - 19% Zinco e prod farmaceuticos - 18% Biscoitos e bolachas - 17% Fibras, plásticos e borracha - 16% Balas de goma, Laticinios, Alumínio - 13% Refinações de Açúcar - 8% Cigarros - 7% Refinados de Petróleo - 6%
As micro e pequenas empresas correspondem a 98% das empresas brasileiras, a 67% das ocupações e a 20% do PI, segundo o Sebrae-SP. Mas o segmento registrou em setembro um número recorde de falências, ou 86 dos 89 casos, somente em São Paulo. De janeiro a setembro de 2009, o levantamento chegou a 627 decretos de falências no País, sendo 580 para micros e pequenas empresas (92,5%).
Os especialistas do Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo (CRC-SP) apontam caminhos e soluções para reduzir esse quadro de perdas, que em grande parte representa o comprometimento de todo o patrimônio do empreendedor.
A Consultoria Luciana Guedes da Trajeto RH, explica que o comportamento de cada geração depende do momento socioeconômico em que ela se desenvolve:
Veteranos – Nascidos entre 1922 e 1945 Cresceram entre duas guerras e foram educados para a disciplina e o respeito as hierarquias. No trabalho, valorizam o comprometimento e a lealdade. Investem de forma conservadora. Como funcionários, sabem aguardar para receber a recompensa pelo trabalho.
Baby Boomers – Nascidos entre 1945 e 1965 Viveram numa fase de engajamento contra ditaduras e poderes tiranos. Workaholics, valorizam o status e o crescimento profissional. Formam alianças para atingir seus objetivos. São responsáveis pelo estilo de vida que se tem hoje, baseado em conquistas materiais
Geração X – Nascidos entre 1965 e 1977 Céticos em relação a política, refletem as frustrações da geração anterior. Gostam de alguma informalidade no trabalho e buscam qualidade de vida e equilíbrio. Carreira de 20 anos na mesma empresa não é com eles.
Geração Y – Nascidos entre 1977 em diante Comprometidos em mudar o mundo na esfera ecológica, se engajam em trabalhos voluntários. São informais e imediatistas. Tecnologia e diversidade são naturais. Usam recursos online. A falta de cerimônia com os pais leva a indiferença com a autoridade no trabalho.
A conta já não fecha! Hoje o Brasil arrecada 163 bilhões de reais por ano e gasta 199 bilhões, um déficit de 36 bilhõespor ano. Uma conta difícil que provavelmente não irá fechar tão cedo.
É assustador nosso rombo quando dispensamos 12,6% do PIB em previdência, enquanto a média mundial chega apenas 7%.
Quem paga essa conta?
A insegurança pra as gerações futuras quanto ao recebimento do benefício é ascendente e cabível.
Precisamos é de uma reforma previdenciária séria e apartidária, discutir assunto polêmicos que visem o estabelecimento de regras básicas seguras para o contribuinte.
Formado em Direito, MBA em Gestão Empresarial e atualmente cursando MBA Administração em Marketing. Sou empresário no segmento da construção civil.
A idéia do Blog veio em função de suprir uma necessidade de fornecer material para meus alunos da Uninter em Montenegro, universidade onde atuo desde 2006 com muito orgulho!